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quinta-feira, setembro 19, 2002

Sábado passei o dia doente, de cama por causa de um pão de alho que eu comi, durante um happy hour com os colegas aqui da empresa. Liseira, sabe como é: já que não dá pra beber de barriga vazia, recorramos ao item mais barato do menu. Não deu outra: pão de alho. Pelo menos aprendi que pão de alho definitivamente não foi feito pra se comer com chopp de vinho. (E que o chopp de vinho do Bixiga é beeem melhor que o do Picanha à Moda) 

Domingo, devidamente restabelecida, fui no aniversário do James, na praia. A barraca era a Cabumba, apesar das advertências de alguns colegas de trabalho que "Lá só dá viado, sapatão e maconheiro. Mas, como você não liga pra essas coisas..." Não ligo mesmo. Cada qual com seu cada qual, da forma que melhor lhe convier e fizer feliz. E a praia tava ótima, sol moderado, água de coco docinha e gelada na sombra. Engraçado mesmo era a cara de assombro e indignação da sogra do aniversariante ao ver dois rapazes sarados passando protetor solar um nas costas do outro e um casal de mulheres trocando beijinhos atrás de onde estávamos. E viva o amor livre! 

Segunda nem pareceu segunda: dormi na minha segunda casa e matei a saudade dos meus dois amores peludos, fofinhos, saltitantes e miantes, que pareceram também estar com saudades depois dessa semana de ausência. Isso depois de ter jantado na Tia, que faz o melhor brigadeiro da cidade - é claro que eu comi dois. (Não sei se eu já contei, mas tem uma pessoa que mora dentro do meu estômago. Ela passa o mês dormindo, mas durante dez dias ela me enche a paciência com uma fome insaciável e uns desejos estranhos, que eu tenho que atender de qualquer jeito.) Mas depois teve ¿Um sonho de liberdade¿ (filmaço), e eu presenciei um post dele aqui ¿ que honra! ¿ que ainda me emprestou um CD do Coldplay e outro dos Smiths - valeu, heim! ¿ e fresquei com as musgas da Ella Fitzsgerald, que eu nunca tinha ouvido (ou se tinha, não sabia que era ela) e depois caminha que, apesar de não parecer, era segunda e tinha um dia cheio de trabalho me esperando no outro dia cedinho. 

Terça eu ia postar "Qual a pena daqueles que desistem antes de ter tentado?", mas desisti. 

Quarta andei de caminhão pela primeira vez, e como manda o figurino: de carona. Claro que era um caminhoneiro aqui da empresa, que eu não sou louca de ficar dando com o polegar na beira da estrada. Não era assim um caminhão enorme de grande, mas deu pra ter uma boa idéia de como é, o poder de estar acima de todos, de se sentir maior, o caminhão balançando com a força do vento. Ah, tenho que registrar também que foi o níver do meu amigão Diego, que se garante muito, e que eu adoro muito e que eu queria às vezes de ter tempo pra sentar num banquinho com ele e ficar a tarde inteira jogando conversa fora, só vendo o tempo passar, como antigamente. Bons tempos aqueles!

Enviado por Claudia Zeal às 7:10 PM | link Comentários: